O Comando Geral da PolÃcia Militar não reconhece a legitimidade da greve iniciada pela Associação de Policiais e Bombeiros da Bahia (Aspra-BA) na terça-feira (31), em Salvador, e afirma que as ações de segurança estão ocorrendo normalmente, porém a população está com medo. O movimento grevista vem ganhando adesão no Estado, fazendo com que o problema da Segurança Pública na Bahia tome maiores proporções. Em Feira de Santana, dezenas de PMâs aderiram à greve e se reuniram na tarde desta quarta-feira (1) no módulo policial localizado em frente ao Paço Municipal Maria Quitéria, no centro da cidade. A unidade militar estava fechada. Após a concentração, os grevistas promoveram um âbuzinaçoâ em algumas das principais avenidas da cidade. Conforme a deputa estadual Graça Pimenta (PR), a situação exige que o governo baiano tome medidas urgentes. âPor mais que o Comando Geral não reconheça o movimento grevista, ele existe. à impossÃvel dizer que o nÃvel de segurança está o mesmo, com centenas de policiais participando das manifestações. A única forma de tentar reverter esta situação é o governo do Estado negociar urgentemente com os grevistas. As pessoas estão se sentindo mais inseguras. Muitos lojistas do centro de Salvador estão fechando seus comércios mais cedo do que de costume por temerem âarrastõesââ, declara. Entre as reivindicações dos grevistas estão o pagamento da GAP 5 (Gratificação de Atividade Policial), prevista na Lei 7.145, de 1997; a elaboração de um plano de carreira; melhores condições de trabalho; e a remuneração por insalubridade e periculosidade.
Fonte: www.gracapimenta.com.br



