Preconceito em Santo Antônio contra o comerciante ambulante de outra cidade?

O camelô de prenome Gílson, oriundo de Feira de Santana e que disse atuar a pelo menos 22 anos em Santo Antônio de Jesus, entrou em contato por telefone com o programa Levante a Voz para reclamar que “não estariam deixando ele trabalhar”.  Ele reclama do suposto excesso na fiscalização.'É a feira do São João. O prefeito e o secretário estão fazendo isso com a gente agora, igual fizeram em dezembro. A gente é pai de família e ninguém na cidade está apoiando isso”, desabafou ele.

Nossa OpiniãoTá certo que o feirante e camelô de Santo Antônio de Jesus deva ter prioridade. Mas tem que lembrar que nossos comerciantes ambulantes também vendem em outras cidades. Será que iríamos gostar de saber que eles estão sendo discriminados lá?  Se alguém está descontente com o local onde eles estão atuando, que os remaneja para outra área, mas que não se impeça o livre comércio.