O Colégio Dois de Julho, no bairro do Garcia, está colocando à venda um terreno de 1.500 metros quadrados dos 19 mil metros quadrados do terreno, paraarrecadar fundos e pagar dívidas. A informação foi divulgada na edição desta quinta-feira (10) do jornal “Tribuna da Bahia”. Para o jornal, o professor Edilson Freire – que há oito meses assumiu a direção geral do Colégio e Faculdade 2 de Julho – afirmou que apesar do terreno estar avalizado em torno de R$ 2,4 milhões, a situação financeira do estabelecimento irá continuar. Além da venda do terreno, Freire afirmou que pretende ocupar as áreas ociosas da instituição. “Já tivemos a terceirização da piscina e há um projeto de ampliação desta terceirização”, disse Edilson Freire. O colégio, que vem passando por uma série de dificuldades, há algum tempo teve a situação agravada depois da greve dos professores, em outubro de 2012. Eles reivindicavam o pagamento dos salários atrasados. Em entrevista ao Metro1, o diretor do Sinpro/BA, Francisco Pedro afirmou que em torno de 50 professores foram demitidos depois que a greve terminou em 28 de dezembro de 2012. “Eles foram orientados a procurar na justiça seus direitos. Então os salários que estavam atrasados não foram pagos. Tem professores que estavam esperando três meses para se aposentar e não vai poder agora e isso é ilegal”, ressaltou Francisco. (Tribuna da Bahia)



