Nesta segunda-feira (25) aconteceu uma reunião entre os promotores Julimar Barreto e João Emanuel, o vice-prefeito Faustino, o secretário de Industria , o superintendente de Trânsito , o assessor de imprensa da prefeitura e toda imprensa de Santo Antonio de Jesus para falar sobre a retirada dos ambulantes irregulares de algumas vias da cidade, tendo como exemplo a Estação do Transbordo, Rua dos Correios, Praça Padre Mateus, em frente à Comercial São Luís e Rua Gorgonio José de Araújo.
Em entrevista ao repórter Tino Alves, o promotor Dr. Julimar Barreto disseque essa reunião foi muito importante, pois tem que haver uma ação para ordenar os ambulantes da cidade e retirar os clandestinos, que segundo ele, está causando danos a toda sociedade.?Aqueles que vendem comida, por exemplo, não estão sendo fiscalizados pela vigilância Sanitária, justamente porque são clandestinos. Estão ocupando o solo indevidamente , atrapalhando o trânsito , podendo causar um acidente ou serem vítimas do transito ?, frisou.
Ele ainda comentou a existência de pessoas que vem de outros municípios colocar barraca aqui em Santo Antonio de Jesus, e assim, tirando o emprego formal dos comerciantes que pagam os impostos . Segundo o promotor, esse trabalho clandestino trás uma série de consequência negativa para a cidade, por isso, a prefeitura tem que organizar todas as áreas que estão ocupadas. ?Tem que haver uma reordenação para que o pedestre tenha o direito de andar pela calçada; desfrutar das praças porque hoje está um verdadeiro comércio a céu aberto e sem nenhuma proteção para o consumidor?, alertou.
Os comerciantes irregulares tem até o dia 10 de março para estarem comercializando seus produtos e buscarem a regularização, pois dia 11 do referido mesmo, o Ministério Público,a Polícia Militar e a prefeitura de Santo Antonio de Jesus irá atuar nas ruas e não mais aceitará esse tipo trabalho em áreas improprias . Dr. Julimar disse também que a imprensa foi convidada a participar da reunião para que as informações sejam divulgadas e depois esses trabalhadores não afirmem que não foram informados.



