Nunca fica cafona
O milho verde na brasa
O xote no pé da criança
Luiz eternamente Gonzaga
No mp3 a radiola lembrança
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Na quadrilha no centro da praça
Na paquera desfilando graça
Ou nos fogos no céu em todas as esquinas
Assim, resistem as coloridas festas juninas
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à o tempo mágico do chapéu de palha
De pular fogueira, da amizade que jamais falha
Da canjica, do bolo de aipim e tantos sabores
De singulares encantos e muitos amores
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São várias formas de fazer a diversão
Mas o improvisado é sempre o melhor
Visitando cada casa num âtiquimâ de forró
E em cada aperto de mão atando firme o nó
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Ãta! O amendoim reina da favela ao palácio
Momento alegre de dança sem descompasso
Triângulo, zabumba e sanfona
Beleza simples que nunca fica cafona…
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Lauro Souza â ser humano, poeta, feirante, estudante de história e conselheiro tutelar.
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