A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) entende que o ex-ativista italiano Cesare Battisti não deve ser extraditado e deve ser solto. Esse entendimento teve o apoio de cinco dos nove ministros presentes no julgamento. O último a votar nesse sentido foi o ministro Ayres Britto. Dessa forma formou-se o placar de 5 a 1 pró-Battisti. Caso nenhum ministro volte atrás no voto, já se tem maioria. Os ministros Celso de Mello e Dias Toffoli não participam do julgamento por se dizerem “impedidos”, sob alegação de “foro Ãntimo”. No momento, a ministra Ellen Gracie está com a palavra. Depois dela, devem se pronunciar o ministro Marco Aurélio e o presidente do Supremo, Cezar Peluso.
Cada PaÃs sabe quem é quem. Daqui a pouco sai um elemento daqui e diz que cometeu crime polÃtico e vai criar um problema diplomático por causa desse tipo de gente. à como se o governo brasileiro achasse que tem mais competência e sabe mais do que a polÃcia italiana que está acompanhando o caso e recebeu as denúncias. Na Itália a população se divide. As vÃtimas dos assassinados querem a condenação do Battisti, os outros polÃticos que são amigos dele querem a absolvição. Isso é problema deles. Quem tem que resolver isso, o Brasil? Manda esse homem para lá, ele não é problema nosso e quem tem que julgar é a justiça de lá. Lula fica defendendo um homem desses e joga para o Supremo, que vai absolver. Um caso que ninguém tem conhecimento porque é de outro PaÃs. A gente vai ficar dando apoio a esse tipo de gente que é no mÃnimo suspeito. E vamos ter mais poder, convicção e investigação do que os próprios italianos onde os crimes aconteceram? Devolve esse problema!
Léo Valente
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