No dia 16 de novembro, as Entidades Empresariais de Santo Antonio de Jesus participaram de uma audiência em Salvador com o vice-governador do Estado e Secretário de Infraestrutura, Otto Alencar e o Deputado Estadual Rogério Andrade. Como pauta, o vice-presidente da Associação Comercial e Empresarial, Marcelo Coutinho e o Diretor Joel Lessa, oficializaram o pedido de que duplicação da BA-046 beneficiasse Santo Antonio de Jesus durante a construção da Ponte Salvador/Itaparica e solicitaram apoio do governo quanto à aquisição de um terreno em prol da ampliação do Distrito Industrial do municÃpio. O vereador Marcos Muniz, cumpria agenda junto com o Deputado Rogério Andrade e foi convidado a participar da audiência.
Segundo o vice-governador, a duplicação da BA-046 acontecerá em breve juntamente com a construção da nova estrada que liga Santo Antonio de Jesus a cidade de Castro Alves, e, nos dois casos Santo Antonio de Jesus será contemplada com as obras. âSanto Antonio de Jesus dará um salto ainda maior com a construção da estradaâ, afirmou Otto Alencar.
Outra preocupação das Entidades Empresariais consiste na dificuldade de ampliação do Distrito Industrial: âPossuÃmos várias indústrias cadastradas querendo se instalar na cidade e não podemos perder esta oportunidade de crescimento pela falta de um terrenoâ, ressaltou Joel Lessa.
A diretoria sugeriu a utilização de dois terrenos que atualmente estão inativos no municÃpio, um próximo ao Distrito que pertence a EMBASA e o outro preparado para o Projeto Fênix, que nunca atingiu o seu objetivo.
Na mesma ocasião, a comitiva de Santo Antonio de Jesus se encontrou com o chefe de gabinete da Secretaria de Indústria e Comércio, Luiz Gonzaga Alves de Souza que informou sobre o pedido de utilização da área do Projeto Fênix: âJá solicitado pela SUDIC, mas que mesmo aprovado, a área não será toda utilizada. à preciso pensar alternativas para o Projeto Fênix nem que seja através da criação de cooperativas. à preciso que o assunto seja discutido regionalmente junto ao Ministério Públicoâ.
Ainda de acordo com o Luiz Gonzaga, será necessário juntar os projetos das empresas que pretendem ocupar a área e oficializar o pedido formal do terreno. Atualmente, 14 empresas esperam a disponibilidade de área para se instalar na cidade.
Aloma BritoAssessoria de ComunicaçãoACESAJ/CDL/SINCOMSAJ



