Desde os anos 70, levas de estudantes estrangeiros, – notadamente da Europa e USA, – têm vindo para o Brasil integrando o programa que é conhecido popularmente como intercâmbio ou, turismo educativo. A atividade envolve compartilhamento de experiências, vivências culturais, aprendizado orientado, treinamento e ampliação de conhecimentos entre pessoas de países distintos.
Para o estudante que vem de fora, o aprendizado da língua portuguesa não é o maior atrativo, apesar da existência de centros de excelência em várias áreas do conhecimento científico. O forte do país aos olhos do estrangeiro é a diversidade cultural e ambiental. Já os brasileiros buscam no exterior, além do contato com novas culturas, o aprendizado de idiomas, que é um forte diferencial no mercado de trabalho.
O Brasil tem faculdades e centros de pesquisas renomados, e não é incomum que acadêmicos se interessem em conhecer e estudar nas nossas instituições. A target=”_blank (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) desenvolve um programa de target=”_blank que fomenta projetos conjuntos de pesquisa entre grupos brasileiros e estrangeiros em pós-graduação.
No Brasil, o estudo não se limita apenas às salas de aulas. As atividades de campo também podem ser muito ricas para biólogos, por exemplo. O Brasil possui mais de 11 mil espécies de animais vertebrados (mamíferos, aves, répteis, anfíbios e peixes), mais de 30 milhões de espécies de insetos e cerca de 30 mil espécies de outros invertebrados. Além disso, o País também tem a flora mais diversificada do mundo, com mais de 55 mil espécies (22% do total mundial). Na área de Ciências Sociais também há um enorme campo para pesquisas. A miscigenação da população brasileira, composta de uma mistura de raças e povos, e as consequentes particularidades de hábitos e costumes no território nacional, fazem do Brasil um dos países com maior diversidade étnica e sociocultural do mundo. Por Euriques Carneiro





