A hipertensão arterial atinge 23,3% da população adulta brasileira e a diabetes atinge 6,3% dos adultos, de acordo com o estudo Vigilância de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) 2010. O programa ?Saúde não tem Preço?, lançado em fevereiro de 2011, oferece remédios para as duas doenças gratuitamente para a população. Atualmente, estão disponíveis cinco tipos de medicamentos para diabetes e seis tipos para hipertensão. Esses medicamentos podem ser encontrados nas farmácias populares do governo ou nas farmácias privadas credenciadas do programa. Para identificá-las, basta observar na frente ou dentro dos estabelecimentos o cartaz “Aqui tem farmácia Popular”. Atualmente, são 20.316 farmácias e drogarias credenciadas, um crescimento de 38,7% após o primeiro ano do programa. Em um ano do programa Saúde Não Tem Preço, o número de brasileiros beneficiados com medicamentos gratuitos para o tratamento de diabetes e hipertensão mais que triplicou. Foram atendidas mais de 7,8 milhões de pessoas nas farmácias e drogarias privadas credenciadas do país. Veja como pegar remédios para diabetes e hipertensão: – Procure farmácias e drogarias privadas credenciadas ou a rede de Farmácia Popular e apresente o CPF próprio, receita médica válida e documento com foto – A receita deverá ser prescrita por um médico, que pode ser particular ou do SUS. A validade das receitas varia da seguinte forma: anticoncepcionais valem 1 ano; demais medicamentos e fraldas geriátricas valem 120 dias – No caso de menores de idade, o CPF dos pais é aceito, até que ele providencie um próprio. Há um limite de remédios por CPF – A farmácia tira uma cópia da receita e a devolve ao paciente – A farmácia emite duas vias para a pessoa assinar. Uma delas fica com o cliente e a outra permanece com a farmácia – Para os analfabetos, será aceita a digital – As farmácias e drogarias que se negarem a entregar os remédios sofrerão as penalidades previstas na própria Portaria, podendo inclusive ser descredenciadas do programa. Basta denunciar no telefone da Ouvidoria: 0800 61 1997 Fonte: Ainda Hoje





