O que era para ser trabalho temporário já dura sete anos, este é o tempo que Marinalva e outros trabalhadores do Prestadora de Serviço Temporário (PST) prestam serviço sem carteira assinada, sem data fixa de pagamento e sem INSS, que segundo ela é descontado do salário, mas que não é efetivamente pago.
Ao longo desses anos, os trabalhadores só convivem com incertezas e com um jogo de empurra-empurra entre a DIREC 4 e os colégios, além de lidarem com a promessa fantasma de serem contratatos por uma empresa que nunca apareceu.
Marinalva fez um desabafo e pediu providência. ?Todo dinheiro do PST que a DIREC fica falando que não está pagando a gente porque os colégios mandam as frequências atrasadas, mas só que o colégio que eu trabalho manda a frequência todos os dias. E a gente fica aí sem receber dinheiro, sem nada, além de não ter carteira assinada ficam enganando a gente; já tenho sete anos no trabalho, dizem que vai chegar uma empresa para contratar a gente e nunca contrata e o INSS não consta nada que está pagando e desconta de nosso salário?, disse cobrando solução e fiscalização dos órgãos competentes.



