Em ao menos nove Estados e no Distrito Federal, órgãos como Tribunais de Contas, Ministérios Públicos e a Polícia Federal apuram casos de médicos que batem ponto e vão embora, atendem em clínicas particulares quando deveriam estar em hospitais públicos ou registram mais horas trabalhadas. Em muitos dos casos, as fraudes têm o consentimento da direção dos hospitais.(Folha)



