Empinar pipa é algo muito divertido, desde que não comprometa a segurança. Todos sabemos que é um tipo de brincadeira que exige espaço adequado, caso contrário, o ato empinar fornece risco aos praticantes e as pessoas que passam ou moram no local onde empinam. Sobre essa questão, uma senhora se encontra indignada quanto aos constantes problemas que as linhas de pipas lhe trazem.
Dona Dadai, como é conhecida, é uma senhora de 85 anos, mora no largo da Salgadeira, segundo seu neto, muitas são as vezes que as pessoas sobem no muro de sua casa para retirar linhas presas na antena, tiram as telhas do lugar e causam muito transtorno. Segundo ele, não sabe quais são os meios de resolver, então fazem reclamação para que as medidas sejam tomadas.
Esse não é o único problema que essa divertida brincadeira pode trazer. Mesmo que a linha não contenha cerol ou qualquer tipo de substância que favoreça risco, mesmo assim ela pode cortar alguém que passa de moto ou bicicleta pelo local enquanto ela estiver esticada. Assim fica o alerta às crianças e autoridades da cidade tomar as medidas necessárias para sanar o problema.
Veja um outro caso de um local indevido:
Crianças se arriscam empinando pipas em marquise de estádio no Maranhão
Conhecida por ser um atrativo do universo masculino, a brincadeira de empinar pipas, se não for realizada com cuidado, pode acabar se tornando perigosa entre os próprios brincantes. Tudo isso porque em São Luís, a prática tem acontecido frequentemente em áreas consideradas de risco, como é o caso da marquise do Estádio Castelão, onde a altura chega até a 25 metros.
No local, é possível avistar crianças e adolescentes se arriscando ao subir na estrutura do estádio para soltar as pipas, ou até mesmo para tentar pegá-las, quando elas estão prestes cair no chão. Um divertimento irresponsável que pode provocar acidentes graves.
Essa perigosa brincadeira acontece, principalmente, nos finais de semana e mobiliza sempre o Corpo de Bombeiros, que tenta impedir que essa diversão que também pode terminar em uma grande tragédia.
Pelo menos é o que garante o subtenente Luzinaldo, que afirma que as crianças podem se acidentar tanto no manuseio do cerol quanto na altura da estrutura do estádio. ?São dois riscos muito sérios. Um é o corte com a linha do cerol e o segundo é o risco de queda de altura. Nós sabemos que nós temos graves acidentes com risco de queda de própria altura, imagine com alturas superiores a três metros de altura. Então, acima de dois metros de altura já compromete a segurança da pessoa?, explicou.
Em nota, a Secretaria Estadual do Esporte e Lazer disse que fiscaliza o local e que mantém contato com o Conselho Tutelar da região e a Polícia Militar para reforçar a orientação sobre os riscos da brincadeira. (G1)


