O som tanto pode ter uma influência positiva como negativa no sono. E nem aqueles que ?dormem como uma pedra? escapam.
Há sons e sons. Uns mais agradáveis, outros nem tanto. Mas todos interferem no sono, seja de forma positiva ou negativa.
Mas, como é que sabemos quais os sons que podem prejudicar a qualidade do sono? A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem a resposta no seu relatório Diretrizes do Ruído Noturno, diz o Huffington Post.
Assim sendo, os sons com menos de 30 decibéis ? como é o som da respiração normal ou de um ronco mais leve, o som dos ponteiros de um relógio de parede ou o som de um ambiente rural ? pouco ou nada interferem com o sono da grande maioria das pessoas. Contudo, podem é prejudicar a capacidade de adormecer.
Já os sons entre os 30 e os 40 decibéis se mostram com potencial para despertar ou para provocar movimentos durante o sono. No caso das crianças e dos idosos, estes sons podem prejudicar o sono. São eles: conversas numa sala silenciosa, chamadas telefónicas, aves ou som ambiente de uma área residencial tranquila.
De acordo com a informação avançada pelo Huffington Post, os sons que oscilam entre os 40 e 55 decibéis podem ter efeito para a saúde, uma vez que são capazes de interferir com o sono da grande maioria das pessoas. É o exemplo das tempestades fortes, o som de uma geladeira ou refrigerador, ou uma zona residencial mais movimentada.
As conversas num tom normal, música de fundo, máquina de lavar roupa ou uma zona residencial muito agitada e barulhenta (com hospitais por perto, por exemplo) são casos de sons acima dos 55 decibéis, isto é, considerados como perigosos para qualidade do sono e responsáveis por muitos dos distúrbios de sono da atualidade. Na pior das hipóteses, podem ainda causar problemas cardiovasculares. (Notícias ao Minuto)


