No ato do contrato, assinado em 11 de abril, Gusttavo Lima já havia recebido 50% do cachê. O restante seria pago até cinco dias antes da apresentação. Com o cancelamento, ele não precisará devolver esse valor.

Por contrato, a empresa de Gusttavo Lima tem direito a ficar com R$ 600 mil já pagos ao cantor pelo show cancelado na cidade de Conceição do Mato Dentro, em Minas Gerais.
De acordo com publicação do UOL, uma das cláusulas do contrato com s prefeitura, prevê multa de 50% da nota fiscal faturada — de R$ 1,2 milhão — em caso de suspensão ou rescisão do contrato.
Neste sábado (28), a prefeitura de Conceição de Mato dentro anunciou que tinha cancelado a apresentação, que aconteceria em 20 de junho de 2022, por conta da repercussão do cachê exorbitante pago ao artista. Ainda de acordo com a coluna, a polêmica cresceu ao ser revelado que o mesmo valor — tirado da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais — poderia ter sido destinado às áreas de educação, saúde ou infraestrutura da cidade.
O Uol ressaltou, também, que no ato do contrato, assinado em 11 de abril, Gusttavo Lima já havia recebido 50% do cachê. O restante seria pago até cinco dias antes da apresentação. Com o cancelamento, ele não precisará devolver esse valor.
O show de Gusttavo Lima no município mineiro, acordado em 11 de abril, tornou-se alvo de pedido de investigação no MPMG. O cantor receberia um cachê de R$ 1,2 milhão, o maior pago pelo município entre as contratações divulgadas no site oficial.
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