
Após três anos de prisão baseada unicamente em um reconhecimento fotográfico, o porteiro Paulo Alberto da Silva Costa, de 36 anos, foi libertado e expressou sua felicidade com a conquista da liberdade. Ele também relatou ter sido vítima de racismo durante o processo judicial.
“Estou muito feliz de estar perto da minha família, saber que vou ver meus filhos. Acabou aquele inferno lá dentro, [que vivi] injustamente”, declarou.
Na noite de sexta-feira, 12 de maio, Paulo Alberto da Silva Costa deixou o Complexo Penitenciário de Gericinó, localizado em Bangu, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Ele carregava consigo o alvará de soltura, emitido pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), que determinava sua liberdade.
Questionado sobre as injustiças no julgamento, e se houve racismo, Paulo respondeu: “Com certeza, sem dúvida”.


