Com pior taxa de desemprego, Bolsonaro critica método de pesquisa do IBGE

Foto : Isac Nóbrega/PR

O presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) voltou a criticar ontem (8) a Pnad Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que indica a taxa de desemprego no Brasil. Ele já havia feito a mesma crítica há dois anos.

“Estamos criando empregos formais mês a mês. Mas tem aumentado o desemprego por causa dessa metodologia do IBGE que atendia ao governo da época”, afirmou Bolsonaro. Ele acredita que o crescimento do desemprego está relacionado aos trabalhadores informais, que deixaram de ganhar dinheiro na pandemia da Covid-19, e tiveram que passar a procurar emprego formal.

O índice de desemprego no trimestre encerrado em janeiro foi de 14,2% – o que corresponde a 14,3 milhões de brasileiros – o pior marco histórico da pesquisa, iniciada em 2012.

 

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