
O ex-governador Jaques Wagner tem insistido nos últimos meses que o PT não tem um “plano B” caso o ex-presidente Lula esteja impossibilitado de disputar a eleição, mas reconheceu nesta terça-feira (1º) a chance da legenda abrir mão de encabeçar a chapa presidencial e compor como vice de algum candidato da esquerda.
Ao comentar a possibilidade, o petista lembrou que já defendeu uma aliança da sigla com o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, quando ele ainda estava vivo.
- Prefeito de Brejões destaca parceria com governo do Estado e defende “papel fundamental dos prefeitos nas eleições”
- Corte da Itália anula extradição de Carla Zambelli e cita atuação de Alexandre de Moraes no processo
- “Quem tem que brigar são as ideias, não as pessoas”, diz Elmar Nascimento durante evento com Jerônimo Rodrigues
“Sou suspeito nesta matéria porque sempre defendi que, após 16 anos, estava na hora de ceder a precedência. Sempre achei isso. Não conheço na democracia ninguém que fique 30 anos. Em geral fica 12, 16, 20. Defendi isso quando o Eduardo Campos ainda era vivo. Estou à vontade neste território”, declarou o ex-chefe do Executivo baiano.
Para Wagner, o PT deve manter o diálogo até mesmo com o PSB, no caso de uma eventual candidatura do ex-ministro Joaquim Barbosa, relator do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF).
“O Ciro eu sei mais ou menos o pensamento dele, a Manuela eu sei mais ou menos o pensamento dela, o Joaquim está começando a apresentar o seu pensamento. Óbvio que de todos que eu falei o Joaquim é o mais outsider. Nunca foi uma pessoa dedicada propriamente à política”, disse. Informações da Folha.




