Relação estável entre pessoas do mesmo sexo: preconceito ou simplesmente liberdade de opinião

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Ontem, 12 de maio, a discussão da câmara de deputados acabou em agressões verbais por causa da aprovação da união estável entre pessoas do mesmo sexo. A relatora Marta Suplicy, disse que apesar de ser considerado crime o preconceito agressivo, há uma brecha na lei, onde as pessoas podem se manifestar ao respeito do assunto

Opinião de Leo

“É bom que tenha essa liberdade de expressão mesmo. As pessoas tem o direito de achar linda a situação ou, simplesmente achar feia. É uma questão de opinião. Não dá pra ser tão radical. Por exemplo, pra quem tem filho: é complicado você ter que preparar uma criança para ver dois homens se beijando em praça pública.Pode ser natural para alguns, mas é chocante ainda para grande maioria da sociedade. A maioria das pessoas não foi educada para isso como as mais velhas, e não estão preparadas para tratar o assunto de forma tão natural. O problema da câmara agora é esse: Ninguém tem o direito de insultar o outro, mas por outro lado tem o direito de discordar. Achar o meio termo é vai ser o problema.