Um encontro promovido pelo Sebrae aconteceu nesta terça-feira, 28 com representantes da prefeitura municipal de Santo Antônio de Jesus, INSS, Acesaj, Banco do Nordeste, Banco do Brasil, e a imprensa local.
O objetivo do encontro é divulgar o Serviço de Brasileiro de Apoio à s Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) promove, em todo o paÃs, durante a 3ª Semana do Empreendedor Individual que teve inÃcio na segunda-feira, 27.
Carlos Machado, secretário da Fazenda avaliou a iniciativa como positiva, destacando que a imprensa é fundamental no processo de acesso ao empreendedorismo.
 âà importante contarmos com a imprensa neste momento e assim incentivar a pessoa a formalizar o seu negócio. Um trabalhador que ganha até R$ 36 mil por ano e está no mercado informal pode fazer no Sebrae a sua formalização. Com isso, ele se transforma num empreendedor individualâ, explicou o secretário.
Na ocasião, o gestor de Projetos do Sebrae, Carlos Henrique, destacou que o EI é uma importante oportunidade que dá  acesso ao crédito e o investimento para melhorar o negócio e, obviamente, crescer. âCom o empreendedor é possÃvel diminuir o número de informais, garantir o crescimento da economia. Se você tem uma atividade informal, procure formalizar. O trabalhador tem sua força de trabalho hoje. Amanhã, pode perder essa força e precisa ter a aposentadoria garantida. Formalizado você vai ter cobertura previdenciáriaâ.
Alberto Sacramento, gerente executivo do  INSS do municÃpio destacou as vantagens do EI, lembrando que ao se formalizar, o empreendedor passa a ter acesso aos benefÃcios previdenciários, como aposentadoria por idade ou invalidez, auxÃlios doença, acidente ou reclusão, pensão por morte e salário maternidade.
EI – Outro ponto importante de estar com a atividade plenamente regularizada no Micro Empreendedor Individual é o acesso ao crédito na rede bancária. Afinal, uma coisa é dizer ao gerente de banco que trabalha por conta própria sem poder provar, e a outra é apresentar a documentação de inscrição no Microempreendedor Individual (MEI), comprovando que você tem um pequeno negócio regularizado.
E as vantagens do MEI não acabam por aÃ. Poder vender para outra empresa e até mesmo para o governo é uma grande oportunidade. Essas empresas precisam de notas fiscais para demonstrar a operação de compra. O mesmo vale para venda ao governo. A rigor, o inscrito no Microempreendedor Individual (MEI) não precisa emitir nota fiscal para a venda ou prestação de serviços ao consumidor final pessoa fÃsica. Exceto no caso de vender para outras empresas, as chamadas pessoas jurÃdicas. E ninguém vai querer perder negócio por falta de uma nota. Enfim, sem burocracia, o Microempreendedor Individual (MEI) abre uma nova era na formalização da atividade empresarial e na integração da cidadania. (Andréa Sued Assessora de Comunicação da prefeitura – andreiasued2005@hotmail.com)



