Toda criança menor de cinco anos deve tomar as duas gotinhas para prevenir a paralisia infantil. Já a TrÃplice Viral será aplicada em crianças de um ano e menores de sete. Começa nesta segunda-feira (13) a primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite deste ano. Todas as crianças menores de cinco anos (4 anos, 11 meses e 29 dias) devem tomar as duas gotinhas para prevenir a paralisia infantil, doença infectocontagiosa grave. A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite termina no dia 15 de julho.
Os pais e responsáveis devem levar as crianças ao posto de saúde, de segunda a sexta-feira, das 08 às 17 horas. Já no Dia D da campanha, que acontece em 18, próximo sábado, serão instalados centenas de postos de vacinação pela cidade para facilitar o acesso da população.
Pólio – Na maioria das vezes, a criança não morre quando é infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia, principalmente nos membros inferiores. A doença é causada e transmitida pelo poliovÃrus e a infecção se dá principalmente por via oral.
O último caso de poliomielite no Brasil foi registrado em 1989, na ParaÃba. Em 1994, o paÃs recebeu da Organização Mundial da Saúde (OMS) o certificado de eliminação da doença. Porém, é importante continuar vacinando as crianças porque o vÃrus da paralisia infantil ainda circula em outros paÃses.
Sarampo – Entre os dias 13 de junho e 22 de julho, a Secretaria Municipal da Saúde também intensificará a vacinação contra o Sarampo, seguindo determinação do Ministério da Saúde por conta da epidemia da doença na Europa. Serão imunizadas as crianças de um ano e menores de 7 anos (6 anos, 11 meses e 29 dias). A vacina aplicada será a TrÃplice Viral, que também protege contra a caxumba e rubéola.
O turista brasileiro não vacinado que viajar ao exterior fica exposto ao risco de contrair a doença. A recomendação também se estende para quem viajar para os Estados Unidos e outros paÃses das Américas, devido à grande circulação de turistas europeus nesta região.
O Brasil está livre da circulação autóctone do vÃrus do Sarampo desde o ano de 2000, mas todos os anos são identificados casos importados de paÃses onde há transmissão da doença. Este ano já foram notificados 10 casos importados e outros cinco casos suspeitos estão sob investigação. A maioria foi infectada pelo genótipo D4, que é o vÃrus em circulação na Europa.(A TARDE)



