O caso do empresário que teria sido lesado em cerca de R$ 7,9 milhões em contratos não quitados pela prefeitura de São Francisco do Conde, na época da administração de Antonio Calmon (PMDB) (ver aqui e aqui), está próximo de se findar. Apesar de já ter ganhado a causa no Supremo Tribunal Federal, Rubens da Fonseca, proprietário da extinta construtora Juremero, luta há quase três décadas para receber o valor da dÃvida, que teria sido pago a um impostor, suposto aliado do ex-prefeito, fato que, segundo ele, foi comprovado em perÃcias feitas em faturas que conteriam assinaturas falsas. O novo processo, de 2007, entrou na pauta de julgamento da Terceira Câmara CÃvel de Salvador e deverá ter veredito, enfim, na manhã da próxima terça-feira (2). Fonseca visitou a redação do Bahia NotÃcias, nesta terça (26), e disse que a expectativa de que haja um desfecho favorável é positiva. âEu espero que sim, porque eu já venho correndo atrás disso praticamente há 25, 26 anos. Após 20 anos, na hora certa de bater o martelo, o martelo saiu errado, porque falsificaram a minha assinatura e fizeram o que fizeram. Levaram o dinheiro todo e eu fiquei de mão atada. Hoje eu estou passando dificuldade, devendo, sem poder pagar, por causa desses corruptos, porque para mim são uma quadrilhaâ, acusou. Conforme o empreendedor, Calmon é o responsável pelo hipotético golpe. âEu desafio ele. Que ele me desminta em qualquer lugar, porque eu estou documentado. Eu tenho tudo. Esse negócio de ele dizer que não pegou em nada, quem assina é o gestor. Tudo o que acontece dentro do MunicÃpio, o gestor é responsávelâ, opinou. O ex-prefeito, que seria pré-candidato nas eleições municipais do próximo ano, não foi localizado para comentar o assunto.Bahia NotÃcias.



