Campanha de coleta seletiva será lançada domingo, dia 18, em Santo Antônio de Jesus

 No domingo, dia 18, será lançada a campanha ‘Coleta Solidária’, que é a coleta seletiva de lixo para conscientizar a população de Santo Antônio de Jesus sobre o valor do lixo, como separá-lo adequadamente para gerar renda e emprego e de que maneira utilizá-lo para preservar os recursos naturais. De acordo com a secretária de Ação Social, Dalva Mercês, a coleta objetiva arrecadar material reciclável, além de ajudar na preservação ambiental. “Todo material que a pessoa tiver no fundo de casa como vidro, plástico, papel, papelão, cobre, ferro e todas embalagens podem ser recolhidas. Vamos passar nas casas das pessoas para pegar o material”, informou.

As equipes também farão a distribuição de panfletos de conscientização para se separar o lixo reciclado do orgânico. A coleta acontece domingo, das 8h até às 1h. “Estaremos com diversos parceiros nessa iniciativa. É necessário que as pessoas separar tudo que pode ser reciclado e coloquem numa embalagem para ser recolhido nas portas. Domingo é o lançamento da campanha, mas depois será fixado um dia para o caminhão passar para recolher o material selecionado”, garantiu Dalva Mercês.

Segundo Caio, engenheiro da Copa Ambiental, avaliou positiva a coleta inicial feita nso condomínios. “Está um sucesso. A procura tem sido grande e foi preciso expandir para outros condomínios a partir desta quinta-feira, dia 15. Isso porque começamos em condomínios da Maria Preta e o comércio, mas tivemos que ampliar a coleta para os demais. No domingo, será um Dia D para o restante da cidade. Os moradores já podem começar a separar o lixo seco do molhado e os materiais que podem ser reciclados. Tudo será destinado para a usina, onde 26 famílias vão ser beneficiadas”, garantiu.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que cada brasileiro produz quase um quilo de lixo por dia, o que soma 183 mil toneladas diárias em todo o país. Deste volume, cerca de 73 mil toneladas são de resíduos recicláveis não aproveitados. Em valores monetários, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), isso equivale à perda de R$ 8 bilhões por ano.

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