Há dois anos o aterro sanitário de Santo Antônio de Jesus não passava de um grande lixão, provocando danos a população do seu entorno e poluindo cada vez mais o meio ambiente, como o rio Taitinga. Há quase um ano, a prefeitura realizou a concessão do aterro que passou a ser administrado pela Copa Engenharia Ambiental, uma empresa privada que revitalizou o espaço.
Na manhã desta terça-feira, dia 13, o presidente da Câmara Délcio Mascarenhas (PP), e os vereadores Hélio Silva, Antônio Nogueira, Marcos Có e Dalva Mercês participaram de um café da manhã com engenheiros da Copa, que explicaram todo processo de revitalização, ordenamento e operação do aterro. O prefeito de Santo Antônio, Euvaldo Rosa (DEM), também esteve presente a evento, que reuniu secretários municipais, entre outras autoridades.
Antes o aterro não atendia os requisitos básicos para o seu funcionamento. ?A obra de revitalização deu novo aspecto ao aterro sanitário?, elogiou o presidente da Câmara, Délcio Mascarenhas. Hoje, após as obras de revitalização, nota-se que o município passou a ter maior proteção das suas águas, do solo, redução de doenças e vetores, diminuição de odores desagradáveis, catadores foram relocados para um galpão de reciclagem na localidade do Tabocal, onde fazem a separação do lixo, a prensa e a comercialização.
Além disso, com a nova operação do aterro toda a área armazena o lixo em células. Uma destinada ao lixo domiciliar e a segunda destinada a podas e entulhos, que são os restos de materiais usados na construção civil. Uma balança rodoviária faz a pesagem do lixo despejado no aterro, que é compartihado ainda com os municípios de Varzedo e Dom Macedo Costa. ?Os resíduos são pesados antes do despejo. Também é identificado o tipo do resíduo, se orgânico vai para uma célula impermeabilizada. Fazemos o tratamento do gás e do chorume?, explicou Caio Lima, engenheiro ambiental.
Ainda conforme explicou Caio Lima, foram realizadas inúmeras ações no aterro sanitário. “Fizemos pinturas nas guias, reformamos o escritório, banheiro, guarita, cinturão verde, entre outras”, afirmou. O prefeito Euvaldo Rosa assegurou que a administração sempre buscou meios para requalificar o aterro sanitário da cidade. “A concessão para uma empresa administrar o aterro foi a forma de melhorar o destino correto do lixo, pois o município sozinho não teria condições?, disse.
Cristina Pita/Fotos Léo Souza – CâmaraSaj





