E continua o julgamento do mensalão. Não aparece um culpado, todo mundo é inocente nas palavras do seus advogados. Um deles chegou a dizer que sua cliente, diretora do Banco Rural, era uma “funcionária mequetrefe e sem importância”. Para crescer dentro de uma banco como todo mundo sabe que é preciso mostrar serviço, como é que ela chegaria a diretora de uma instituição desse porte semEntão um advogado vem a público mostrar uma tese dessas para ministros do STF e querem que eles acreditem? Seria o caso até de se inverter a frase e dizer que não é a funcionária e sim o próprio advogado que é mequetrefe e sem importância. É querer subestimar demais a inteligência das pessoas.Outra hipótese plausível é de que a funcionária tenha sido colocada ali como laranja, para ser operada via controle remoto. Vamos ver no que vai dar esse que já está sendo chamado do julgamento “bala de prata', ou seja: aquele em que só se atira ( ou se julga ) uma vez.Léo Valente



