Constantes acidentes tem acontecido na BR 101 , no trecho conhecido como “Praia do Dendê”

A quantidade de acidentes que tem acontecido na BR 101 , próximo a Santo Antonio de Jesus, em  um trecho conhecido como ?Praia do Dendê?  tem chamado a nossa atenção. Neste início de ano tem acontecido praticamente  um acidente por semana.

Até o momento nenhuma autoridade tomou providências, no sentido de algumas sugestões do que poderia ser feito para resolver o problema.  Um ouvinte ligou para a Rádio Andaiá dizendo que poderia ser feito um viaduto para quem quisesse seguir direto sua viagem para ilha sem passar pelo centro da cidade. No entanto, acredito  em soluções mais baratas, mesmo sabendo que dinheiro eles tem, já que pagamos IPVA , pedágio  e imposto sobre combustível . Como solução mais barata, eles poderiam colocar quebra-molas nesse trecho mais perigoso ou mudar o sentido da entrada para  o trecho da ilha de Itaparica, pois aquele local acaba causando confusão para alguns motoristas.

Aparentemente é um trecho tranquilo, as vias são largas. É claro que pesa muito a imprudência dos motoristas. É um local que tem acontecido vários acidentes, até agora ninguém fez nada. Na entrada de Sapeaçu fizeram alguma coisa porque o povo interditou  as ruas queimando pneus, por isso colocaram quebra-molas e radar, e assim o número de acidentes está em zero, talvez seja isso que esteja precisando na ?Praia do Dendê?.

Chamamos atenção  das autoridades, dos vereadores, da  Polícia Federal  para entrar em contato com o DNIT e fazer essa solicitação, pois o número de acidentes está muito grande para um trecho que aparentemente é tranquilo. Mas se muitos acidentes tem acontecido é por que alguma coisa precisa ser feita.  Não é preciso morrer mais pessoas,  mais pais e mães de famílias para alguém tomar uma providência. Esperamos que não seja necessário esperar as pessoas interditarem a ?Praia do Dendê? e queimarem pneus. Na maioria das vezes as coisas só acontecem a partir de um manifesto. Esperamos que não seja necessário isso acontecer.

 

 

Comentário de Léo Valente