O Diário Oficial do Município (DOU) divulgado ontem (5) confirmou o que a Andaiá FM e o Blog do Valente já haviam informado com exclusividade, dando como certas as exonerações da ouvidora geral da prefeitura, Carolina Magna de Carvalho; Maria do Socorro Cardoso Borges, coordenadora do Cerest SAJ; Manoel Jacinto de Jesus, diretor da secretaria municipal de Cultura, Turismo e Esportes; e Oade Oliveira, coordenadora do CTA.
Nossa opinião
As recentes demissões que vem ocorrendo na Pefeitura de Santo Antônio de Jesus se enquadram na Lei do Nepotismo. E em relação a isso, não podemos ir de encontro a lei. Alguns quadros terão bons nomes afastados, mas não podemos ser contra a uma lei que vem instituir a moralidade no poder público. Que os gestores saibam observar a lei e olhá-la pelo princípio da igualdade.
Alguns nomes, vale ressaltar, que trabalhavam com muita vontade e tinham até projetos e muita dedicação, como Manoel Jacinto, marido da secretária de Educação; Oade Oliveira, filha do vice-prefeito Faustino Cunha, extremamente técnica e competente, chegando até a ser convidada para ser secretária de Saúde, mas por motivos pessoais não aceitou. A Maria do Socorro, no CeresteSAJ, onde ela conseguiu alinhar toda equipe e manter diálogo com o Movimento 11 de Dezembro. Por outro lado, lamentável que pessoas técnicas saiam.
Isso deveria ser cobrado e seguido por todos os prefeitos do Brasil. Existe também o nepotismo cruzado e as pessoas até exageram nos apadrinhamentos, colocando até 10 ou mais parentes no serviço público. O nepotismo sempre foi uma prática viciosa no País e se perde o direito de colocar pessoas competentes para trabalhar porque já tem parentes garantidos. Lamentável porque se perde bons nomes técnicos. Isso vai corrigir muitas distorções que ainda existem no interior e na capital, com famílias inteiras de vereador e prefeitos trabalhando.
Léo Valente



