Santo Antônio de Jesus: Especialista fala sobre uso de Internet em viagens

O especialista em Tecnologia e Internet Maurício Trindade esteve no Levante a Voz deste sábado (15), comentando sobre as vantagens dos PC?s e dos notebooks, e dos cuidados no uso da internet em viagens.

?Os PC?s são tão bons quanto os notebooks. Nas empresas eles apresentam duas vantagens: o preço e a dificuldade de ser subtraído. A dificuldade de se roubar um notebook é bem mais fácil de que se levar um PC?, disse.

Maurício comentou também sobre os serviços de internet durante viagens. ?A primeira preocupação é quanto o serviço vai custar para você. Quando você utiliza fora da sua ?casa?, a operadora pode lhe cobrar um adicional. Isso é o que as operadoras chamam de Roaming?.

Roaming  é um termo empregado em telefonia móvel mas também aplicável a outras tecnologias de rede sem fio . Designa a capacidade de um usuário de uma rede para obter conectividade em áreas fora da localidade geográfica onde está registrado, ou seja, obtendo conectividade através de uma outra rede onde é visitante. A rede que está sendo visitada pode ou não pertencer a mesma operadora.

?A operadora pode cobrar um adicional por isso. Ela tem essa liberdade, pois a legislação autoriza essa cobrança?, esclareceu.

Segundo o especialista, uma outra precaução que se deve ter ao se utilizar a internet em viagens, é em relação às redes públicas. ?Quem opta por esse tipo de serviço tem que ter os cuidados com segurança?, alertou .

O especialista destacou que a Internet é algo essencial quando se está em viagem para a comunicação com a família ou com o  trabalho, por exemplo. ?No exterior a internet vai ser cobrada sempre por dia, e não por volume. Se você simplesmente postou no Twitter ou fez um upload no Youtube, não há diferença?, esclareceu. Maurício explicou que compartilhar a internet do celular com outros amigos é uma forma de economizar e que não é proibido.

?Quando você viaja para um lugar desconhecido, dentro ou fora do país, tenha suas contingências de comunicação, porque nunca se sabe as necessidades?, concluiu.