Julgamento de gratificação de assessores de desembargadores é adiado no TJ-BA

O pedido de impedimento dos desembargadores apresentado pela Procuradoria Geral do Estado (PGE) no processo que pode determinar o retorno do pagamento da vantagem acessória aos servidores lotados nos gabinetes dos desembargadores, voltou a ser julgado pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) nesta quarta-feira (12). A PGE alega que, o pagamento, se retornar, pode causar um gasto ao erário de R$ 7 milhões por ano. O salário dos assessores pode chegar ao que é pago a um juiz em início de carreira.