SAJ: Ex-prefeito, Rogério Andrade, afirma que a cidade perdeu empresa que ia gerar 800 empregos com a não instalação do Atakarejo

O ex-prefeito Rogério Andrade comentou, em suas redes sociais, polêmica sobre a implantação do Atakarejo em Santo Antônio de Jesus.

De acordo com ele, o projeto foi analisado pela Secretaria de Infraestrutura de sua gestão, a qual emitiu um parecer favorável, com base na análise técnica da legislação vigente, código de obras e plano diretor, e encaminhou para análise do ConCidades.

“Diante da importância do empreendimento para o crescimento da economia, geração de emprego e renda no município, fizemos todos os esforços possíveis para que a análise técnica do projeto fosse concluída ainda em 2020, chegando a convocar uma reunião extraordinária do Concidades para o dia 29/12/2020, na Câmara de Vereadores, onde estiveram presentes os ex-Secretários Sônia Fontes, Igor Coutinho, Hélio Lima e Lucas Santos, todos defendendo a aprovação do projeto em razão da importância econômica e social para o Município, especialmente em tempos de pandemia”, disse.

Ele ainda explicou que a localização escolhida é no centro da cidade, próximo de várias lojas.

“Questionamentos sobre a trafegabilidade, infraestrutura, impactos ambientais, foram formulados e a empresa atendeu a contento para a aprovação do Alvará, inclusive foram sugeridos investimentos nas duas avenidas e entorno, que se fosse da vontade da gestão, através de um Tac, poderiam ser realizados. É lamentável que a cidade esteja perdendo um investimento desse porte, que iria gerar cerca de 800 empregos, diminuindo os impactos econômicos e sociais decorrentes da pandemia. Simplesmente lamentável! ”, frisou.

Ao Blog do Valente, o prefeito Genival Deolino afirmou que as negociações com a rede de supermercados continuam e diz que está avaliando, inclusive, a possibilidade de um outro local para a construção. O prefeito disse também que ele trabalha para que não somente essa, mas para que outras empresas se instalem em Santo Antônio de Jesus e negou qualquer possibilidade de interferência política na negociação.